sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Fetransrio/Etranspor 2016: Fraco em atrações

A crise mundial - agravada no Brasil por um bando de irresponsáveis golpistas - e a escassez de encarroçadoras, graças a falências e fusões durante os anos 90, fez com que o Fetransrio/Etranspor de 2016, que se encerra hoje, fosse um fiasco. 

Eu me inscrevi para ir a edição deste ano, mas pesquisando sobre as atrações, desisti logo. Como para me deslocar para o Riocentro exige tempo, dinheiro e informações (o sistema de ônibus municipal do RJ é confuso e mal informado), achei que não valia a pena.

Boa parte das novidades são coisas que já foram apresentadas bem antes do evento. A presença dos mesmos na bienal Fetransrio/Etranspor só serviu mesmo para que os interessados pudessem ver pessoalmente as mesmas.

A única novidade de fato no evento foi o CAIO Apache IV da operadora TransNIT, comprada pela "Pendotiba" que desde já se torna dona da "Araçatuba". Com isso, a "Pendotiba" se torna fornecedora de carros para os dois consórcios operadores, já que ela é titular da operadora TransOceânico.

Gostei da aquisição da TransNIT, embora a troca da Marcopolo por CAIO tenha desagradado boa parte dos entusiastas. É um carro longo e de grande capacidade, para ser colocado em linhas de alta demanda com maioria de carros de curto comprimento e pouca capacidade interna.

A "Pendotiba" respeitou as características da "Araçatuba", acrescentando a vantagem de renovar a frota com bastante rapidez A aquisição reforça a hegemonia da CAIO em Niterói, presente em mais de 75% da frota da cidade.

Poderiam ter caprichado melhor nas atrações de 2016, mostrando encarroçadoras de países vizinhos e alguns ônibus antigos que foram reformados e ainda circulam como ônibus-museu para deleite de entusiastas saudosistas ou não, que admiram os modelos clássicos de carroceria e chassis.

Fiquem aqui com algumas fotos da edição da Fetranstio/Etranspor. Não a deste ano, mas a de 2014, em que fui e pude fotografar alguns modelos. Era um evento mais fraco que os anteriores, mas muito melhor que a edição de 2016. Torcemos para que a edição de 2018 seja bem melhor.











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