sábado, 13 de junho de 2015

Finalmente a Kaissara se apresenta

A busologia tem servido de rodovia para muita especulação e boatos. Muitas informações se desencontram , se chocam e tudo acaba mal explicado. A crise da Itapemirim e o surgimento da Kaissara estavam envolvidos em um monte de boatos e apostas que causaram muita confusão e mal entendimento.

Mas finalmente o diretor de operações, Fernando Santos, que junto com Marcos Correia gerencia a empresa, conversou com o radialista e busólogo Adamo Bazani, amigo nosso, e falou sobre o surgimento da empresa e de suas características de operação, além dos projetos envolvendo a sua existência. De confirmado apenas o plano de ser uma das maiores empresas do país.

Descrevemos nesta postagem os principais pontos da entrevista dele para Adamo. Muitas desfazem algumas especulações, como a de que o grupo Júlio Simões seja dono (ele apenas oferece ajuda estrutural de veículos).

A empresa também pretende firmar sede na região metropolitana de São Paulo, incluindo a capital e na fase de transição continua utilizando garagens da Itapemirim, que, contrariando as especulações, continuará existindo, mas operando de forma bastante reduzida.

Sobre a transferência de linhas

“Houve uma relação comercial, adquirirmos linhas, estrutura como guichês e postos de apoio, absorvemos os funcionários e a assumimos a frota que era usada pela Itapemirim nestas linhas. Por questões estratégicas não vamos falar dos valores envolvidos, mas como toda a transição, as coisas ocorrem em etapas. A mais recente foi a resolução da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que autorizou as operações”

Sobre parcerias com outras empresas, incluindo leasing de veículos

“Após expirado leasing, verificaremos se é vantajoso continuar este modelo ou adquirir frota própria. Tudo vai depender do mercado.”

Pintura de identidade da empresa

“Mas vamos consultar os busólogos (admiradores de ônibus), através até de concursos, para sugestões de novos layouts. Neste momento é estratégico manter a pintura semelhante, mas futuramente pode ser estratégico mudar.”

Fidelização de passageiros

“Vamos investir numa empresa humanizada, próxima das pessoas, da comunidade. As paradas ao longo dos trajetos vão ter novas parcerias, com estabelecimentos que ofereçam maior conforto. Ampliaremos salas VIP e criaremos programas de fidelidade de acordo com o uso das linhas oferecendo descontos, por exemplo."

Boa sorte à nova empresa. Maiores informações neste link.

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